"Nosso corpo negro é nosso maior patrimônio. Aqui se alojam nossas histórias, memórias, ritos, mitos, religião e marcas de pertencimento. Somos telas de representação, transformando nosso corpo negro em um palco de contestações estratégicas. Nele, produzimos as contraimagens e as contranarrativas que almejamos inscrever: silenciadas, apagadas, ocultadas e “esquecidas” pela historiografia no Brasil. " (Adaptado de Stuart Hall em artigo de Cristian Souza de Sales)
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